Draxxin 50 mL
R$ 751,44
Draxxin é um antibiótico inovador que previne e cura quadros respiratórios e podais com apenas uma dose, sendo altamente eficaz em todos os sistemas de produção. Confere resultado rápido com efeito prolongado por 15 dias.
Em estoque
FÓRMULA
Cada 100 mL contém
Tulatromicina …………………10,0 g
Veículo q.s.p…………………..100,0 mL
INDICAÇÕES
ovinos: tratamento terapêutico da doença respiratória bovina associada com Mannheimia (Pasteurella) haemolytica, Pasteurella multocida, Haemophilus somnus e Mycoplasma bovis sensíveis à tulatromicina e tratamento metafilático (prevenção) da doença respiratória em bovinos submetidos a alto risco de contrair a doença. A presença da doença no
rebanho deve ser estabelecida antes do tratamento preventivo. Produto também indicado para o tratamento de queratoconjuntivite bovina associada a Moraxella bovis, Neisseria spp e necrobacilose interdigital (foot-rot) causada por Fusobacterium necrophorum, Bacteroides melaninogenicus e B. nodosus.
Suínos: Para o tratamento terapêutico da doença respiratória suína associada com Actinobacillus pleuropneumoniae, Pasteurella multocida, Haemophilus parasuis, Bordetella bronchiseptica e Mycoplasma hyopneumoniae sensíveis a tulatromicina e tratamento metafilático (prevenção) da doença respiratória em suínos submetidos a alto risco de contrair a doença.
DOSAGEM, MODO DE USO E VIAS DE ADMINISTRAÇÃO
Bovinos (Tratamento terapêutico e metafilático): administrar o produto por injeção subcutânea com dose única de 2,5 mg de tulatromicina/kg de peso corporal (equivalente a 1 mL/40 kg de peso corporal), com todo cuidado de assepsia, usando-se seringas e agulhas esterilizadas. Para o tratamento de bovinos com peso corporal acima de 300 kg, dividir a dose de modo que não sejam injetados mais do que 7,5 mL em um mesmo local.
Suínos (Tratamento terapêutico e metafilático): Administrar o produto, por injeção intramuscular com dose única de 2,5 mg de tulatromicina/kg de peso corporal (equivalente a 1 mL/40 kg de peso corporal), no pescoço com todo cuidado de assepsia, usando-se seringas e agulhas esterilizadas. Para o tratamento de suínos com peso corporal acima de 80 kg, dividir a dose de modo que não seja injetado mais do que 2 mL em um mesmo local.
Recomendação Sobre a Correta Administração É recomendado tratar os animais nos estágios iniciais da doença e avaliar a resposta ao tratamento dentro de 48 horas após a injeção. Se sinais clínicos da doença respiratória persistirem ou aumentarem, ou caso ocorra recaída, o tratamento deverá ser mudado, usando outro antibiótico e, mantido até que os sinais clínicos tenham desaparecido. Para garantir a dosagem correta, o animal deve ser cuidadosamente pesado para evitar subdosagem.
É recomendado o uso de seringa automática ou de multi-dose, para evitar o alargamento excessivo da tampa do frasco.
CONTRA-INDICAÇÕES
Não usar em casos de hipersensibilidade dos animais alvos, a antibióticos macrolídeos.
Não usar em vacas lactantes produzindo leite para consumo humano.
Não usar em vacas prenhes ou novilhas destinadas a produção de leite para consumo
humano, dentro de 2 meses antes da data prevista de parto.
EFEITOS INDESEJÁVEIS
Administração subcutânea do DRAXXIN* em bovinos freqüentemente causa reação transitória de dor e inchaço local no ponto de inoculação que pode persistir por até 30 dias.
Tais reações não têm sido observadas em suínos após a administração intramuscular.
Reações patomorfológicas no local da aplicação estão presentes por aproximadamente 30 dias após a aplicação em ambas as espécies.
Caso seja observada qualquer outra reação colateral, favor informar o Médico Veterinário.
PERÍODO DE CARÊNCIA
Bovino (carne e tecidos comestíveis): 18 dias
Suíno (carne e tecidos comestíveis): 5 dias
PRECAUÇÕES DE ESTOCAGEM
Após abrir e retirar a primeira dose do frasco, usar todo o conteúdo dentro de 28 dias.
Não utilizar após o vencimento do prazo de validade que consta no rótulo.
Manter fora do alcance de crianças e de animais domésticos.
ADVERTÊNCIAS ESPECIAIS
Para o animal:
O uso do produto deve ser baseado em teste de suscetibilidade e estar de acordo com as políticas antimicrobianas oficiais e locais.
Estudos de laboratório em ratos e coelhos não demonstraram qualquer evidência de efeitos teratogênicos, embriotóxico ou maternotóxico. A segurança da tulatromicina durante a prenhez e lactação não foi estabelecida em bovinos e suínos. Usar somente de acordo com avaliação do risco/benefício feita pelo veterinário. Em bovinos, com dosagens de três, cinco ou dez vezes a dose recomendada, foram observados sinais passageiros de desconforto no local da injeção e, incluindo inquietação, agitação da cabeça, patadas no solo e uma ligeira diminuição na ingestão de alimento. Uma leve degeneração do miocárdio foi observada em bovinos que receberam 5 -6 vezes a dose
recomendada.
Em leitões pesando aproximadamente 10 kg, que receberam três ou cinco vezes a dose terapêutica, foram observados sinais passageiros de desconforto no local da injeção e, inclusive vocalização excessiva e inquietação. Foi também observada claudicação, quando utilizado o membro posterior como local da injeção.
Para o Operador:
A tulatromicina é irritante para os olhos. Se ocorrer exposição acidental nos olhos, lave imediatamente com água limpa.
A tulatromicina pode causar sensibilização pelo contato com a pele. Se ocorrer exposição acidental, lave a pele com água e sabão.
Lavar as mãos após o uso.
Em caso de injeção acidental no operador, procure atendimento médico imediatamente e mostre a bula ou rótulo ao médico.
OUTRAS INFORMAÇÕES
A tulatromicina é um agente antimicrobiano macrolídeo semi-sintético, originário de um produto de fermentação. Ela difere de muitos outros macrolídeos porque tem uma ação de longa duração que é, em parte, devido aos seus três grupos amina; portanto foi dada a designação da subclasse química de triamilídeo.
Macrolídeos são antibióticos com ação bacteriostática que inibem a biossíntese da proteína essencial pelo efeito de suas ligações seletivas ao RNA ribossômico bacteriano. Eles agem estimulando a dissociação do peptidil-tRNA do ribossoma, durante o processo de translocação.
A tulatromicina possui atividade in vitro contra Mannheimia (Pasteurella) haemolytica, Pasteurella multocida e Haemophilus somnus, e Actinobacillus pleuropneumoniae, Pasteurella multocida, Haemophilus parasuis, Bordetella bronchiseptica e Mycoplasma hyopneumoniae os patógenos mais comumente associados com a doença respiratória bovina e suína, respectivamente. Valores aumentados de CIM foram encontrados em alguns isolados de Haemophilus somnus e Actinobacillus pleuropneumoniae.
Resistência aos macrolídeos pode ser desenvolvida por mutação nos genes de codificação do RNA ribossômico (rRNA) ou em algumas proteínas ribossômicas; por modificação enzimática (methylation) do 23S, local alvo do rRNA, geralmente originando a resistência cruzada com lincosamídeos e estreptograminas do grupo B (resistência MLSB); por inativação enzimática; ou por efluxo macrolídeo. A resistência MLSB pode ser constitutiva ou induzida.
A resistência pode ser cromossômica ou por plasmídeo e pode ser transferível se associada com transposons ou com plasmídeos.
Em bovinos, o perfil farmacocinético da tulatromicina, quando administrada por via subcutânea, em dose única de 2,5 mg/kg de peso corporal, foi caracterizado por rápida e ampla absorção seguida por alta distribuição e eliminação lenta. A concentração máxima (Cmax) no plasma foi aproximadamente 0,5μg/mL; isto foi alcançado aproximadamente 30 minutos após a injeção (Tmax).
As concentrações de tulatromicina em homogeneizado de pulmão, foram consideravelmente maiores do que aquelas no plasma. Há uma forte evidência de acumulação substancial da tulatromicina nos neutrófilos e nos macrófagos alveolares.
Porém, a concentração da tulatromicina in vivo no local da infecção do pulmão, não é conhecida. Os picos de Concentração foram seguidos por declínio lento na exposição sistêmica com uma aparente meia vida de eliminação do plasma (t1/2) de 90 horas. A ligação na proteína do plasma foi baixa, de aproximadamente 40 %. O volume de distribuição no estado de equilíbrio (Vss) determinado após administração intravenosa foi de 11 L/kg. A biodisponibilidade da tulatromicina após administração subcutânea em
bovinos, foi aproximadamente de 90%.
Em suínos, o perfil farmacocinético da tulatromicina quando administrada em dose única por via intramuscular, de 2,5 mg/kg de peso corporal, também foi caracterizado por ampla e rápida absorção seguida por alta distribuição e eliminação lenta. A concentração máxima (Cmax) no plasma foi aproximadamente 0,6 μg/mL; isto foi alcançado aproximadamente 30 minutos após a injeção (Tmax).
As concentrações de tulatromicina em homogeneizado de pulmão, foram consideravelmente maiores do que aquelas no plasma. Há uma forte evidência de acumulação substancial da tulatromicina nos neutrófilos e nos macrófagos alveolares.
Porém, a concentração da tulatromicina in vivo no local da infecção do pulmão, não é conhecida. Os picos de concentração foram seguidospor um declínio lento na exposição sistêmica com uma aparente meia vida de eliminação do plasma (t1/2) de aproximadamente 91 horas. A ligação na proteína do plasma foi baixa, de aproximadamente 40 %. O volume de distribuição no estado de equilíbrio (Vss) determinado após administração intravenosa foi de 13,2 L/kg. A biodisponibilidade da tulatromicina após administração intramuscular em suínos, foi aproximadamente de 88%.
CONDIÇÕES DE ARMAZENAGEM
Armazenar o produto em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC) em local seco e fresco ao abrigo da luz solar.
APRESENTAÇÃO
Draxxin* 100 mg/mL é disponível em frascos de vidro contendo 50 mL.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO E APLICAÇÃO SOB ORIENTAÇÃO DO MÉDICO VETERINÁRIO
Licenciado no Ministério da Agricultura sob nº 9.345 em 15/10/2007.
Para maiores detalhes consultar a bula completa que acompanha o produto
| Dimensões | 0.0 x 0.0 x 0.0 cm |
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