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Prevenção de rinotraqueíte infecciosa bovina, diarréia viral bovina, doenças causadas pelo vírus da parainfluenza tipo 3 (PI3), doenças causadas pelo vírus respiratório sincicial BRSV.

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Composição:
É uma preparação liofilizada de amostras vivas quimicamente alteradas dos vírus da IBR e PI3 associado com uma amostra viva modificada de BRSV, mais um diluente composto de uma combinação inativada de amostras citopáticas e não citopáticas do vírus da BVD e culturas inativadas dos cinco sorotipos de Leptospira identificados abaixo. O componente líquido é usado para reidratar a fração liofilizada. Os antígenos virais são propagados em linhagem celular estabelecida. O produto possui hidróxido de alumínio como adjuvante para melhorar a resposta imune.

Indicações: 

Para vacinação de bovinos sadios, incluindo vacas gestantes, como um auxiliar na  prevenção de rinotraqueíte infecciosa bovina (causada pelo vírus da rinotraqueíte infecciosa bovina, IBR), diarréia viral bovina (causada pelo vírus da diarréia viral bovina, BVD), doenças causadas pelo vírus da parainfluenza tipo 3 (PI3), doenças causadas pelo vírus respiratório sincicial BRSV e da leptospirose (causada por Leptospira canicola, L. grippotyphosa, L.hardjo, L.icterohaemorrhagiae e L. pomona).

Descrição das doenças:

IBR, BVD, PI3 e BRSV são viroses comumente associadas com as doenças respiratórias  e/ou perdas reprodutivas em bovinos.
Doença causada pelo vírus da IBR é caracterizada por temperatura elevada, excessiva  descarga nasal, conjuntivite e descarga ocular, narinas inflamadas (“nariz vermelho”),  aumento dos movimentos respiratórios, tosse, perda de apetite e depressão. Bovinos  infectados durante a prenhez podem abortar. O vírus BVD pode ser transmitido através de  secreções nasais, saliva, sangue, fezes e/ou urina ou por contato direto com objetos  contaminados. O vírus invade o organismo através das narinas e língua, replicando-se  sistemicamente. Infecção durante a gestação pode resultar em aborto, reabsorção fetal ou má formação congênita dos fetos.

Caso vacas susceptíveis sejam infectadas com amostras não citopáticas do vírus BVD durante o primeiro trimestre da gestação, os bezerros podem nascer com infecção persistente do vírus. Estes bezerros persistentemente infectados, se expostos a amostras citopáticas virulentas dos vírus da BVD podem apresentar um quadro de BVD conhecido como Doença das Mucosas. Sinais clínicos de BVD incluem perda de apetite, ulcerações na língua , salivação profusa, temperatura elevada, diarréia, desidratação e manqueira.

O vírus PI3 usualmente localiza-se no trato respiratório superior, causando aumento de temperatura com moderadas descargas nasal e ocular. Embora os sinais clínicos típicos sejam moderados, a infecção por PI3 resulta em enfraquecimento dos tecidos respiratórios. A invasão e multiplicação de outros patógenos, particularmente Pasteurella spp, é facilitada e pode resultar em pneumonia. BRSV é o agente etiológico de uma doença respiratória específica dos bovinos de todas as idades, incluindo bezerros recém-nascidos. A doença é caracterizada por respiração ofegante, tosse, perda de apetite, descargas nasal e ocular, febre e inchaço em torno da garganta e pescoço. Em um surto agudo, mortes podem ocorrer dentro de 48 horas após o aparecimento dos sintomas. Clinicamente , a infecção por BRSV pode ser indistinguível de outras doenças virais associadas com o complexo da Doença Respiratória Bovina. A infecção por BRSV, como PI3, facilita a invasão e replicação de outros patógenos respiratórios.

A Leptospirose pode ser causada por vários sorotipos de Leptospira, dentre os quais L. canicola, L. grippotyphosa, L.hardjo, L. icterohaemorrhagiae e L. pomona, que são os mais comuns que afetam bovinos. Leptospira localiza-se nos rins e são eliminados na urina , podendo causar anemia, sangue na urina, febre, perda de apetite e prostração em bezerros. As manifestações são usualmente subclínicas em bovinos adultos. Vacas gestantes infectadas, contudo, freqüentemente abortam e vacas leiteiras podem exibir um marcado decréscimo da produção leiteira.

Segurança e eficácia:

Em estudos de segurança com as frações do produto não foram observadas reações adversas e vacas gestantes vacinadas pariram bezerros sadios e normais. Estudos de campo, contudo, indicam reações ocasionais de hipersensibilidade, que podem ocorrer acima de 6 horas pós vacinação. Os proprietários devem ficar alerta e observarem os animais durante este período. Enquanto este evento parece ser totalmente raro, novilhas de gado de leite, pesando entre 200-400 kg podem ser afetadas mais frequentemente que outros bovinos. Os animais afetados podem demonstrar excessiva salivação, incoordenação e/ou dispnéia. Os animais que apresentam estes sinais devem ser tratados imediatamente com epinefrina ou equivalente. Em animais que não respondem ao tratamento, medicações alternativas devem ser consideradas.

Eficácia de cada fração da vacina foi demonstrada em estudos de imunidade-desafio. Bovinos vacinados com cada fração da vacina seguido por desafio com a amostra causadora da doença daquela fração, não mostraram sinais clínicos ou tinham significativamente menos sinais clínicos que aqueles apresentados pelo controle não vacinado. Estudos sorológicos também demonstraram não haver interferência
imunológica entre as várias frações da vacina. A resposta de anticorpos não foi significativamente diferente entre bovinos vacinados com uma fração individual e outros bovinos vacinados com as frações combinadas.

Modo de usar:

  1. Recomendações gerais: Recomenda-se a vacinação de bovinos sadios, incluindo vacas prenhes. Reidratar assepticamente o componente liofilizado com a fração líquida fornecida. Agitar bem e administrar 5 mL por via intramuscular.
  2. Vacinação inicial: Bovinos sadios deverão receber 2 doses administradas com 2-4 semanas de intervalo. Para evitar a possibilidade de interferência de anticorpos maternais com a imunização ativa, bezerros filhos de mães vacinadas deverão ser vacinados, somente após os 6 meses de idade.
  3. Revacinação: Recomenda-se revacinação anual com dose única do produto.

Precauções e restrições de uso: 

– Armazenar o produto à temperatura entre 2 e 8 ºC.
– Exposição prolongada a altas temperaturas pode afetar adversamente a potência. Não congelar.
– Usar todo o conteúdo do frasco quando aberto.
– Seringas e agulhas esterilizadas deverão ser usadas para administrar esta vacina. Não esterilizar com desinfetantes químicos, pois traços destas substâncias podem inativar a vacina.
– Incinerar os frascos e todos os seus conteúdos não utilizados.
– Não vacinar nos 21 dias que antecedem ao abate. Não vacinar animais debilitados ou submetidos a atividades físicas desgastantes (viagens, trabalhos de parto, etc.).
– Contém gentamicina como preservativo.
– Como qualquer vacina, anafilaxia pode ocorrer após o uso. Recomenda-se tratamento inicial com epinefrina e deverá ser seguido com terapia de suporte adequado.
– Este produto mostrou ser eficaz em animais sadios. Uma resposta imunológica protetora pode não ser obtida se os animais forem persistentemente infectados com vírus BVD e estiverem incubando alguma doença infecciosa ou estiverem mal nutridos ou parasitados, estressados por transportes ou condições ambientais estando portanto imuno-comprometidos ou se a vacina não foi administrada de acordo com a instruções de bula.

Venda obrigatória sob prescrição, aplicação e orientação do Médico Veterinário.

Licenciado no Ministério da Agricultura sob o n.º 5.603/96 em 07/08/96

Apresentações: Frascos contendo 25 doses de 5 mL.

Dimensões0.0 x 0.0 x 0.0 cm